Washington e Caracas intensificaram as tensões em meio ao reforço da presença militar americana no Mar do Caribe nos últimos meses
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O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propôs ser um interlocutor no conflito entre Estados Unidos e Venezuela durante a reunião com o presidente americano neste domingo, 26, na Malásia. Washington e Caracas intensificaram as tensões em meio ao reforço da presença militar americana no Mar do Caribe nos últimos meses.
A reportagem conversou com seis pessoas da equipe do governo brasileiro que estiveram na sala 410 no Centro de Convenções de Kuala Lumpur (KLCC),onde eles debateram temas políticos por 45 minutos, em privado.



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Segundo apurado pelo Estadão, junto a fontes ligadas ao Palácio do Planalto, o presidente entregou a Trump uma pasta vermelha com o brasão da Presidência da República e elementos da crise política e comercial, com a argumentação do Brasil sobre temas econômicos e políticos.
O documento cita a disposição de Lula de colaborar como intermediador na crise em relação à ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela. Os americanos reagiram de forma positiva, como já havia indicado o secretário de Estado, Marco Rubio.
Lula recordou que atuou em situação de crise similar durante o governo de Hugo Chávez, e citou o fato de a região ser uma zona de paz, sem conflitos bélicos.
Segundo uma testemunha da conversa, os americanos falaram sobre a operação militar e Trump alegou que Maduro soltava presos para enviar criminosos aos EUA.
O presidente Lula tem externado grande preocupação com um ataque à Venezuela pela frota aérea e naval americana desdobrada no Mar do Caribe. Ele diz que a ação não se justifica pelo combate ao narcotráfico.
Interlocutores da diplomacia americana, porém, fizeram chegar ao Palácio do Planalto a informação que eles não planejam nenhuma ação contra ditadura de Nicolás Maduro. Porém, há um núcleo do governo ainda sem confiança na gestão Trump e que teme o risco de contaminação política da pauta econômica entre dois países.
Nas conversas prévias, os dois presidentes já falaram do tema, mas não exploraram se o Brasil poderia ter algum papel de mediação. A possibilidade não foi descartada. A assessores, Lula disse que já se desgastou demais politicamente por Maduro. Antigos aliados, eles não se falam desde julho do ano passado, quando o petista não quis endossar a fraude eleitoral em Caracas.
Marco Rubio já disse anteriormente estar interessado em uma mediação brasileira: “Nem mesmo Lula reconhece Maduro como o vencedor das eleições ou o líder legítimo da Venezuela. Então, não sei se eles (governo brasileiro) podem ser úteis ou não. Mas eu quero, é interessante”.
Os Estados Unidos enviaram navios de guerra, caças e tropas à região sob o argumento de combater o narcotráfico. Caracas, no entanto, sustenta que o verdadeiro objetivo é provocar a queda do regime Maduro. Desde 2 de setembro, as forças americanas afirmam ter bombardeado dez embarcações suspeitas de tráfico de drogas, resultando em ao menos 43 mortos.
Os EUA também anunciaram que o porta-aviões USS Gerald R. Ford será incorporado à operação. O presidente Donald Trump afirmou estar avaliando possíveis ataques em solo venezuelano.






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