Estudantes do Centro de Ciências da Saúde exigem condições dignas para alunos com deficiência no campus Recife
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Na tarde desta sexta-feira (17), alunos dos cursos de saúde da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) promoveram uma mobilização em frente ao Centro de Ciências da Saúde (CCS), no campus Recife, para cobrar melhorias urgentes na acessibilidade e infraestrutura do prédio. O principal foco das reivindicações é o funcionamento dos elevadores do CCS, que há meses estão inoperantes, impedindo estudantes com deficiência física de acessarem o laboratório de Anatomia — um dos espaços mais importantes para os cursos da área.
Em contato com o Jornal do Commercio no último dia 10, a universidade prometeu o conserto de um dos elevadores até a quarta-feira (15). Passados os prazos, a promessa ainda não foi cumprida, deixando os estudantes à mercê de uma estrutura que ignora suas necessidades básicas.
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>>>>>> Alunos com deficiência expõem descaso e problemas de acessibilidade no Centro de Ciências da Saúde da UFPE
Herbert Vinicius, aluno do primeiro período, alerta que o problema vai além dos elevadores: “A questão da acessibilidade é geral na universidade.” Segundo ele, as barreiras estão espalhadas por todo o campus, com calçadas esburacadas, rampas inadequadas e banheiros sem qualquer adaptação para pessoas com deficiência.
Entre os mais afetados está Alice Xukuru, cadeirante e estudante do sexto período de Terapia Ocupacional, que já reprovou três vezes na disciplina de Anatomia por não conseguir chegar ao laboratório. “Sem o elevador, não consigo acessar o laboratório. Já fiquei presa dentro do prédio várias vezes. Isso atrasou meu curso e corro risco de ser jubilada”, denuncia.
Luiz Henrique, que está no décimo período de Medicina, também enfrenta uma rotina marcada pela falta de dignidade e respeito à sua condição. Ele denuncia: “São cinco anos esperando por uma estrutura digna no prédio do Centro de Ciências da Saúde da UFPE. Cinco anos lutando por melhorias e nada foi resolvido.”



Ele destaca ainda o constrangimento e a humilhação diária de depender da ajuda de terceiros para transitar por espaços inadequados. “É uma humilhação ter que ficar procurando algum jeito de subir, ver se alguém carrega a cadeira ou esperar o professor mudar a aula de sala, procurando outro lugar — isso quando existe outra opção, porque às vezes, simplesmente, não tem. ”, afirma.
As condições enfrentadas pelos estudantes violam diretamente a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que assegura o direito ao acesso igualitário à educação, com adaptações físicas, comunicacionais e pedagógicas.
O que diz a UFPE
Por meio de nota, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) reafirma seu compromisso com a inclusão e o acolhimento de pessoas com deficiência (PCD). Atualmente, 321 estudantes são atendidos pelo Núcleo de Acessibilidade (Nace), que atua no suporte educacional e na eliminação de barreiras arquitetônicas e comunicacionais.
Nos últimos seis anos, a Universidade realizou obras de acessibilidade no CAC, CCEN e CB, com instalação de rampas, pisos táteis, banheiros acessíveis e elevadores. Outras intervenções estão em planejamento. No CCS, onde estuda Heberth Vinicius Silva de Santana, o Nace acompanha o caso desde antes do ingresso do aluno. Banheiros foram adaptados, um elevador já foi consertado e outro aguarda peças para reparo.
A UFPE também investe em políticas de permanência estudantil. Em 2025, mais de 19 mil estudantes foram atendidos pela Proaes, com recursos de R$ 33 milhões. Todos os 29 alunos com deficiência ingressantes recebem bolsa manutenção de R$ 400.
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