O mercado musical do país movimentou R$ 116 bilhões no ano passado. As apresentações musicais representam a maior fatia desse valor, com R$ 94 bilhões, seguida pela compra e venda de instrumentos e equipamentos de áudio (13,9 bilhões) e gravação de música (R$ 3,4 bilhões). Depois, aparecem fomento público (R$ 2,6 bilhões) e direitos autorais (R$ 1,8 bilhão).
Os dados são do estudo “O PIB da Música no Brasil”, elaborado pela Associação Nacional da Indústria da Música, a Anafima.
De acordo com o estudo, o streaming é responsável por 87,6% dos R$ 3,4 bilhões gerados pela gravação de músicas no país. Esse valor, aliás, posiciona o Brasil como um dos dez maiores mercados fonográficos do mundo.
Apesar disso, uma parte pequena do dinheiro gerado pelas gravações vai para o bolso dos músicos. De acordo com a pesquisa, os artistas receberam no ano passado R$ 700 milhões, enquanto os compositores somente R$ 250 milhões.
Isso acontece porque parte dos valores repassados pelas plataformas de streaming são divididos entre os músicos, as gravadoras e os compositores.
O estudo mostrou ainda uma alta concentração do mercado fonográfico no Sudeste, já que 53% das empresas estão nessa região. Depois aparecem o Sul (17,4%), Nordeste (17,2%), Centro‑Oeste (8,6%) e Norte (4,0%).
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