Plataforma com indicadores sobre a região inaugura nova fase para o planejamento de políticas públicas e investimentos privados para os nordestinos
JC
Publicado em 10/09/2025 às 0:00
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A vasta gama de oportunidades para se investir no Nordeste está ganhando uma base de dados inédita, propícia à análise de investidores, pesquisadores, governos e o interesse geral da população. Informações econômicas, ambientais e sociais, estatísticas sobre educação e saúde, integram a plataforma Data Nordeste, lançada pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). A proposta é que públicos diversos possam encontrar no meio digital – no site da entidade – as informações que precisa para suas demandas específicas.
A disseminação do conhecimento através de ferramenta tecnológica disponível para todos é algo que já poderia ter sido implantado há algum tempo. Sua chegada pode acelerar um novo ciclo de crescimento, alicerçado na base confiável de instituição criada quase na metade do século passado, em 1959, para amparar o desenvolvimento regional. A síntese de saberes produzidos no meio acadêmico, e por pesquisas de órgãos públicos, sempre foi referencial para os projetos e programas da Sudene – e ganha ainda mais força agora, com a nova plataforma.
Para o superintendente do órgão, Francisco Alexandre, “o portal ajuda a transformar informação em decisão” na hora das escolhas para governos e empresas. Com tal objetivo, a Sudene investiu em recursos de atratividade, combinando recursos que despertam a curiosidade e são fáceis de lidar, como boletins temáticos sobre indicadores regionais, narrativas visuais que combinam mapas e gráficos, e aplicações georreferenciadas acerca, por exemplo, da Caatinga. Assim, a decisão em cima de informações sobre o Nordeste poderá ser tomada com maior grau de confiabilidade, e ser feita mais rapidamente.
Não por acaso, o palestrante convidado para o lançamento do Data Nordeste Ricardo Cappra, chamou atenção para o fato de que a novidade é oportuna para os nordestinos enfrentarem a “era da paralisia decisória”, quando a conexão em tempo real e incessante de uma avalanche de informações podem atrapalhar a capacidade de decidir. Vale complementar que a organização de dados nesse cenário é fundamental para seu aproveitamento efetivo, e é disso que a região inteira pode se beneficiar. Caberá aos gestores públicos, e à iniciativa privada, localmente, aproveitarem as oportunidades que a plataforma descortina.
Seus impactos são esperados além das fronteiras regionais. Para o presidente do IBGE, Márcio Pochmann, “plataformas como essa ampliam o acesso a dados estruturados e ajudam a antecipar problemas em vez de apenas reagir a eles”. E essa conquista só é possível graças à colaboração na produção do conhecimento, que uniu, além do IBGE, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a Federação das Indústrias da Paraíba e a Associação Nordeste Forte. Está prevista a atualização periódica dos dados oferecidos, com a incorporação de novos enfoques. Nos próximos meses, deverá entrar um balanço das exportações e importações da região, e boletins temáticos sobre primeira infância, violência, população negra e direitos humanos.
A população nordestina, em todos os estados, certamente compartilha o desejo de que o Data Nordeste cumpra a sua função, ampliando as perspectivas e abrindo o horizonte do desenvolvimento.





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