São Paulo
A exposição “A Ecologia de Monet”, em cartaz no Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), ganhou prorrogação até 6 de setembro. Inicialmente prevista para encerrar no domingo (24), a mostra já recebeu cerca de 390 mil visitantes desde sua abertura em maio.
O sucesso da mostra também levou o local a estender o horário de funcionamento às terças, sextas e sábados, quando abre das 10h às 22h.
Reunindo 32 pinturas de Claude Monet (1840–1926), muitas delas inéditas no hemisfério sul, a exposição propõe uma leitura contemporânea da relação do impressionista francês com a natureza, a modernização da paisagem e as transformações ambientais de seu tempo.
As obras atravessam cinco décadas de produção, dos anos 1870 até a década de 1920, e estão organizadas em cinco núcleos temáticos. Em “O Sena como Ecossistema”, o percurso do rio francês é simbolizado por um painel curvo que conduz o visitante ao longo das obras que retratam suas margens, embarcações e espelhos d’água.
O núcleo “Os barcos de Monet”, mostra barcaças e vapores flutuando sobre superfícies em movimento. O contraste entre natureza e progresso se manifesta de forma mais direta no segmento “Neblina e Fumaça”, com obras que capturam as transformações industriais.
Já no núcleo “O Pintor como Caçador” o destaque são as caminhadas de Monet para encontrar paisagens dignas de pinturas. Entre os quadros, estão a costa da Normandia, da Bretanha e do sul da França.
Por fim, em “Giverny: Natureza Controlada”, o foco se volta às obras criadas nos jardins de sua propriedade na cidade francesa. Aqui aparecem “A ponte japonesa” (1918–1926) e “A Ponte Japonesa sobre a Lagoa das Ninfeias em Giverny” (1920–1924).
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