Plenário que é soberano e onde todos os deputados têm direito a voto, para derrubar decisões dos três colegiados que contrariem o desejo do Executivo
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Os movimentos políticos exitosos da oposição na Assembleia Legislativa para assumir maioria na CPI da Publicidade e ampliar o espaço nas comissões de Justiça, Finanças e Administração, obrigarão o Governo do Estado a, cada vez mais, precisar do plenário que é soberano e onde todos os deputados têm direito a voto, para derrubar decisões dos três colegiados que contrariem o desejo do Executivo. E isso não vai demorar muito a acontecer. A aprovação do relatório do deputado Waldemar Borges sobre o empréstimo de R$ 1,5 bi esta terça-feira na Comissão de Justiça, que destina 50% dos recursos para projetos dos municípios, promovendo um possível fatiamento do investimento que ,segundo o Governo, será destinado ao Arco Metropolitano e à BR-232, será o primeiro desafio a ser enfrentado em plenário.
Segundo líderes do Governo, a governadora Raquel Lyra conta com 32 dos 49 deputados. Este número seria mais do que suficiente para fazer a maioria necessária de 25 votos a favor em uma votação plenária, mas nem sempre isto é possível. A prova foi a votação da designação do novo administrador de Fernando de Noronha, Virgílio Oliveira, na semana passada. Após todo o sacrifício feito para que as Comissões votassem a favor da designação, no dia em que o caso foi para o plenário, a bancada governista não conseguiu reunir 25 deputados e o veredicto foi transferido para o dia seguinte. Um verdadeiro vexame, como definiu um deputado oposicionista.
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– “Daqui pra frente vamos caminhar desta forma. Cada dia com sua agonia” – lembrou outro deputado governista a este blog preocupado com o que virá sempre que for necessário acionar toda a base para uma votação. Ontem nos corredores da Alepe já se comentava, em rodas de governistas, que a Casa Civil precisará de um esforço hercúleo para isso. Por outro lado, deputados da oposição começam a comentar sobre parlamentares da base insatisfeitos que, aqui ou acolá, poderiam surpreender. Isso não é fácil pois dificilmente um deputado fiel ao Governo vai correr o risco de debandar na antevéspera da eleição de 2026 mas há gente ressabiada com a agenda municipalista do Executivo que prestigia muito os prefeitos em detrimento dos deputados. Talvez pensando nisso, a governadora tem procurado incluir parlamentares em seus deslocamentos e citando cada um dos presentes com entusiasmo.
João Paulo se absteve
O deputado estadual João Paulo Silva, que faz parte da bancada do Governo na Alepe, não acompanhou os demais membros que se retiraram da instalação da CPI, não votando nos deputados eleitos presidente, vice e relator. Ele explicou que, em nome da necessidade de diálogo não sairia mas ia se abster na votação porque não concordava com a deputada Dani Portela que não aceitou adiar a instalação da comissão para que os deputados que mudaram de partido pudessem comprovar junto à Justiça Eleitoral a filiação às novas legendas.
Lá e lô
O dia de ontem na Assembleia não foi agitado apenas na CPI e na Comissão de Justiça. No plenário, governistas e oposicionistas se pronunciaram sobre o que está acontecendo no Poder Legislativo. Deu para perceber, no entanto, que os dois lados estão muito ligados no que é falado, buscando, de imediato, rebater. A deputada Dani Portela falou no pequeno expediente sobre a atitude do secretário de Meio Ambiente do Estado, Daniel Coelho, que se retirou de uma audiência pública na parte da manhã, atribuindo sua atitude “a um desrespeito à Alepe pois representava o Governo no debate”. Logo em seguida, o deputado Renato Antunes, que estava inscrito para falar, rebateu a colega e explicou que estava presente e que Daniel saiu porque foi agredido por um dos participantes.
População sem definição
O economista e estatístico pernambucano Maurício Romão, que analisa e acompanha todas as pesquisas de opinião dos diversos institutos, diz que pelas pesquisas feitas este mês em todos os estados ainda é grande o percentual de eleitores que não se ligou na eleição de 2026. Nas pesquisas espontâneas, segundo ele, 68,3% dizem não saber em quem vão votar para governador, 85,1% para senador e 52,4% para presidente. A média para governador foi observada em pesquisas nos estados de ES, RO, PE, TO, BA, MG e nas capitais Curitiba e Aracaju. A média de senador foi observada no ES, RO, RO, PE, BA e Curitiba. Já para presidente os estados pesquisados foram ES, PE, BA e a cidade de Curitiba.
Pergunta que não quer calar
Como os deputados governistas vão controlar a agenda a partir de agora?
E-mail: redacao@blogdellas.com.br/terezinhanunescosta@gmail.com

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