Presidente dos Estados Unidos apresenta uma mudança de postura em relação ao papel do País no fim da guerra. Ele teve encontro com Putin na sexta
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a líderes europeus que está aberto a oferecer garantias de segurança à Ucrânia, segundo autoridades europeias, uma mudança significativa em sua postura em relação ao papel dos EUA no fim da guerra.
Estas fontes, que falaram com Trump após sua reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, sexta, 15, no Alasca, contaram que o norte-americano lhes disse que Putin não pararia os combates durante quaisquer negociações de paz e insistiu que a Ucrânia ceda território no Leste do país em troca de um congelamento da linha de frente em outras regiões.
Putin aceitou, disse Trump, que qualquer paz precisa incluir a presença de tropas ocidentais na Ucrânia como uma forma de garantir sua durabilidade, de acordo com quatro autoridades ouvidas.
Líderes europeus haviam sido informados pelos EUA, antes da cúpula em Anchorage, no Alasca, que Moscou havia indicado a Washington que estava disposta a aceitar um cessar-fogo temporário e participaria de uma segunda rodada de negociações para uma paz de longo prazo, de acordo com três das autoridades europeias.
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Mas em uma ligação do Air Force One, na volta para casa depois da cúpula, Trump transmitiu aos europeus que Putin queria continuar combatendo, disseram as fontes.
Kiev busca faz tempo garantias de segurança dos EUA como proteção contra futuras agressões russas sob qualquer acordo de paz. A aparente mudança de Trump sobre o assunto, indicada aos europeus, é notável porque há meses ele rejeitada o pedido do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, por tal papel dos EUA.
Garantias de segurança dos EUA poderiam potencialmente permitir que Zelensky fizesse concessões em negociações com Putin, desde que a Rússia esteja pronta para negociar de boa fé, disseram algumas das fontes europeias que participaram da ligação.
Três fontes disseram que Trump indicou que as garantias poderiam incluir apoio militar dos EUA para uma força de segurança liderada pela Europa na Ucrânia, mas não se comprometeu com forças americanas estacionadas na região.
As garantias de segurança, conforme descritas por Trump na ligação, incluíam compromissos de segurança bilaterais e apoio financeiro e militar para as forças armadas da Ucrânia por uma coalizão ocidental de países, incluindo os EUA, disseram três das fontes europeias.
Em uma declaração conjunta neste sábado, 16, após ligações com Trump e entre si, líderes europeus pareceram se referir a uma oferta do presidente dos EUA de garantias de segurança.
“Está claro que a Ucrânia deve ter garantias de segurança inabaláveis para defender efetivamente sua soberania e integridade territorial”, disseram os líderes da Alemanha, França, Grã-Bretanha, Polônia, Itália, Finlândia e de instituições da União Europeia na declaração. “Acolhemos a declaração do presidente Trump de que os EUA estão preparados para dar garantias de segurança.”
O Kremlin não respondeu a um pedido de comentário.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Estadão Conteúdo


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