Taxa de desocupação no estado superou a média nacional e foi a mais alta entre as 27 unidades da federação; informalidade também recuou
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Pernambuco registrou, no segundo trimestre de 2025, a maior taxa de desocupação do Brasil: 10,4%.
O índice, embora em queda, permanece acima da média nacional, que foi de 5,8%, a menor já registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua desde 2012.
Divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE, a pesquisa mostrou que Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%) ficaram na segunda e terceira posições.
Na outra ponta, Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%) registraram os menores índices.
No total, 17 estados apresentaram queda na taxa de desocupação, nove ficaram estáveis e apenas um teve aumento.
Segundo o IBGE, a menor taxa de desemprego já registrada em Pernambuco foi de 7,4%, no 4º trimestre de 2013.
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A nova divulgação incorpora a reponderação da série histórica com base nos resultados do Censo Demográfico 2022. Abaixo, confira as variações da série histórica dos últimos três anos.

Variações da série histórica dos últimos três anos – Equipe Jornal do Commercio
Recuperação mais rápida e desigualdade por gênero e escolaridade
O levantamento mostra que 24,2% das pessoas desempregadas em Pernambuco conseguiram recolocação em menos de um mês, o maior percentual desde 2012.
Apesar disso, 1,3 milhão de pessoas estavam procurando emprego há dois anos ou mais.
A taxa de desocupação foi de 9,3% para homens e 11,8% para mulheres.
Entre os níveis de escolaridade, pessoas com ensino médio completo tiveram a maior taxa (12,6%), seguidas por quem tem nível superior incompleto (10,6%).
No nível superior completo, o índice caiu para 5,4%.
Informalidade em queda
A taxa de informalidade no estado foi de 47,5% no período, recuando desde o 4º trimestre de 2023.
Ainda assim, o índice permanece acima da média das unidades com menores taxas, como Santa Catarina (24,7%) e São Paulo (29,2%).
Para William Kratochwill, analista do IBGE, a redução está ligada ao bom desempenho do mercado de trabalho.
“A redução da taxa de informalidade é reflexo desse bom desempenho. O mercado de trabalho forte proporciona mais ocupação aos trabalhadores, formal e informalmente”, afirmou.
Entre os empregados do setor privado, apenas 30,1% tinham carteira assinada em Pernambuco. O percentual de trabalhadores por conta própria chegou a 24,6%.
Rendimento cresce
O rendimento médio real habitual no estado foi de R$ 2.720,00, representando alta em relação ao trimestre anterior (R$ 2.689,00) e ao mesmo período de 2024 (R$ 2.371,00).
Ranking do rendimento médio no Brasil
- Distrito Federal — R$ 5.919,00
- Rio de Janeiro — R$ 4.205,00
- São Paulo — R$ 4.170,00
- Santa Catarina — R$ 4.077,00
- Paraná — R$ 3.820,00
- Rio Grande do Sul — R$ 3.794,00
- Mato Grosso — R$ 3.591,00
- Mato Grosso do Sul — R$ 3.575,00
- Brasil — R$ 3.477,00
- Espírito Santo — R$ 3.469,00
- Goiás — R$ 3.437,00
- Roraima — R$ 3.225,00
- Minas Gerais — R$ 3.211,00
- Rondônia — R$ 3.176,00
- Tocantins — R$ 3.141,00
- Amapá — R$ 3.070,00
- Rio Grande do Norte — R$ 2.882,00
- Pernambuco — R$ 2.720,00
- Pará — R$ 2.599,00
- Sergipe — R$ 2.552,00
- Acre — R$ 2.537,00
- Alagoas — R$ 2.530,00
- Amazonas — R$ 2.448,00
- Paraíba — R$ 2.421,00
- Piauí — R$ 2.419,00
- Ceará — R$ 2.327,00
- Bahia — R$ 2.199,00
- Maranhão — R$ 2.171,00
Essa é a principal pesquisa sobre a força de trabalho no Brasil, entrevistando cerca de 211 mil domicílios em 3.500 municípios a cada trimestre.
A próxima divulgação da PNAD Contínua Trimestral, referente ao 3º trimestre de 2025, está prevista para 14 de novembro.
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