Nova planta em Pernambuco permitirá produção nacional de hemoderivados essenciais, reduzindo dependência externa e abrindo espaço para exportações
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Após 15 anos de obras, a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) concluiu a instalação de seu complexo industrial em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A nova fábrica foi inaugurada nesta quinta-feira (14).
Com 17 prédios distribuídos em 48 mil m² de área construída, a estatal vinculada ao Ministério da Saúde se prepara para iniciar, de forma plena, a produção de medicamentos derivados do plasma humano — passo decisivo para que o Brasil alcance a autossuficiência no setor até 2030.
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A planta terá capacidade para processar até 500 mil litros de plasma por ano, abastecendo o Sistema Único de Saúde (SUS) com produtos como:
- Albumina Humana 20%;
- Imunoglobulina 5%;
- Fator VIII e IX da Coagulação;
- Fator de Von Willebrand;
- Complexo Protrombínico.
Hoje, parte desse plasma é enviada para processamento no exterior, principalmente para a suíça Octapharma, e retorna ao País já como medicamento acabado.
Produção escalonada e novos serviços
Atualmente, a Hemobrás já realiza a embalagem de produtos recebidos a granel. Ainda em 2025, a empresa iniciará o envase local e, a partir de 2026, passará a produzir integralmente seus medicamentos.
Com isso, será possível incorporar ao processo estatal todo o plasma coletado nos hemocentros públicos e privados (estimado em cerca de 360 mil litros por ano) e reduzir gastos com importações, que se tornam mais elevados em períodos de crise.
Além de garantir a demanda interna, a estrutura desperta o interesse de países vizinhos, que já procuraram a Hemobrás para processar plasma coletado em seus territórios. Para viabilizar essas parcerias, será necessário que os hemocentros estrangeiros atendam aos mesmos padrões de qualidade exigidos no Brasil.
Investimento
Com investimento de mais de R$ 1,9 bilhão, a unidade é considerada a maior da América Latina no setor e representa um passo decisivo para que o Brasil atinja autossuficiência na produção de medicamentos derivados do plasma humano.
Segundo o governo, a produção nacional vai beneficiar milhões de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) com tratamentos para hemofilia, doenças raras, queimaduras graves e infecções, além de reforçar o atendimento em terapia intensiva. A operação da planta deve gerar 2 mil empregos diretos e 8 mil indiretos.
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