O país segue anúncios semelhantes de França, Reino Unido e Canadá, e aumenta a pressão internacional sobre Israel para que encerre a guerra em Gaza
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A Austrália afirmou nesta segunda-feira (11) que reconhecerá o Estado palestino durante a abertura da Assembleia-Geral da ONU, em setembro. O país segue anúncios semelhantes de França, Reino Unido e Canadá, e aumenta a pressão internacional sobre Israel para que encerre a guerra em Gaza de forma negociada.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, disse na segunda que a medida era “parte de um esforço global coordenado para criar impulso para uma solução de dois Estados”. Segundo o premiê, o reconhecimento se daria com base “em compromissos detalhados e significativos” que ele recebeu do líder da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, para desmilitarizar, realizar eleições e garantir que o Hamas não desempenhe nenhum papel em um futuro Estado palestino. “A situação em Gaza superou os piores temores do mundo”, disse Albanese, em entrevista na TV.
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O anúncio foi feito horas depois de o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, defender os planos para uma nova ofensiva em Gaza e denunciar as iniciativas dos países em reconhecer a Palestina, classificando-as como “vergonhosas” e dizendo que elas não mudariam a posição de Israel.
No mês passado, a França tornou-se a primeira grande potência ocidental a declarar que reconheceria o Estado palestino. A surpreendente declaração do presidente, Emmanuel Macron, ocorreu em meio ao alarme global com a crise humanitária em Gaza. A decisão de Paris foi seguida em pouco tempo pela do Reino Unido e do Canadá.
Críticas
A morte do proeminente jornalista da Al-Jazeera Anas al-Sharif, junto com quatro colegas em um ataque aéreo israelense no domingo, 10, provocou ontem condenação em todo o mundo. O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos disse que o episódio era “uma grave violação do direito internacional humanitário”.
O exército israelense confirmou que efetuou um ataque contra Sharif, a quem chamou de “chefe de uma célula terrorista” do Hamas que “se fazia passar por jornalista”. Foi a primeira vez durante a guerra que o exército israelense assumiu rapidamente a responsabilidade após um jornalista ser morto em um ataque.
A rede Al-Jazeera, parcialmente financiada pelo governo do Catar, rejeitou as acusações, descrevendo o ataque como “uma tentativa desesperada de silenciar vozes que expõem a ocupação israelense”. O Catar abriga um escritório para líderes políticos do Hamas e tem sediado conversas indiretas entre Israel e o grupo terrorista.
A organização Repórteres Sem Fronteiras disse que as alegações contra Sharif eram infundadas. A União Europeia afirmou ter registrado a acusação de Israel sobre a ligação do jornalista com o Hamas, mas ponderou que era preciso fornecer “provas claras”. Em nota, o governo brasileiro disse ter se tratado de uma “flagrante violação ao direito internacional humanitário e ao exercício da liberdade de imprensa”.
Pichação
Em meio às críticas internacionais, um grafite condenando a ofensiva em Gaza foi descoberto ontem no Muro das Lamentações, em Jerusalém, local sagrado do judaísmo. “Há um Holocausto em Gaza”, dizia a frase, escrita em hebraico. A polícia anunciou a prisão de um suspeito de 27 anos, residente na cidade. Ele seria um judeu ultraortodoxo com problemas mentais, segundo a imprensa de Israel.

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