Michelle Bolsonaro chama Lula de ‘cachaceiro sem vergonha’ e adota tom de pré-campanha

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Michelle Bolsonaro chama Lula de ‘cachaceiro sem vergonha’ e adota tom de pré-campanha


Durante o ato bolsonarista ‘Reaja, Brasil’ em Belém (PA), ex-primeira dama sinalizou a possibilidade de ampliar a sua participação política

Por

Emannuel Bento


Publicado em 03/08/2025 às 14:28
| Atualizado em 03/08/2025 às 14:45



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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao chamá-lo de “cachaceiro sem vergonha”, durante um ato bolsonarista realizado em Belém (PA) neste domingo (03/08).

Entre os termos usados, ela também classificou o petista como “irresponsável” e “mentiroso”. “Ele [Lula] não é macho para assumir as suas falas”, afirmou. 

“Lula está mandando nossas riquezas para fora, fazendo aliança com comunistas e ditadores. Isso não vamos aceitar”, discursou Michelle, em cima de um carro de som.

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Michelle sinalizou a possibilidade de ampliar sua participação política. “Eles querem enterrar Bolsonaro, mas esqueceram que a semente já brotou no coração do povo”, afirmou, em tom de pré-campanha.

Críticas ao STF

A ex-primeira-dama ainda disse que há uma “perseguição” às liberdades no país e fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Nós estamos passando por uma perseguição à nossa liberdade de expressão e à nossa liberdade religiosa”, declarou.

Em outro momento do discurso, criticou a mudança de posicionamento do PT em relação a Alexandre de Moraes, ministro do STF. Segundo ela, o partido era contra a indicação feita pelo então presidente Michel Temer. “Hoje eles veem como um aliado”, afirmou.

Ausência em ato na Avenida Paulista irrita aliados

De acordo com Ana Paula Bimbati, do UOL, a decisão de Michelle Bolsonaro de participar do ato em Belém, e não do evento realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, causou incômodo entre aliados bolsonaristas.

Parte do entorno do ex-presidente considera que a escolha foi um erro estratégico, já que Michelle é vista como uma das principais herdeiras do eleitorado de Jair Bolsonaro — que atualmente está inelegível por oito anos e é réu no STF, acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

Segundo a assessoria da ex-primeira-dama, ela já tinha um compromisso prévio em Marabá (PA), onde participou de um evento do PL Mulher, e por isso decidiu também marcar presença no ato em Belém.

Ato ocorreu em todo o Brasil

O ato em Belém fez parte de uma mobilização nacional organizada por parlamentares bolsonaristas sob o slogan “Reaja, Brasil”. As manifestações ocorreram em diversas capitais e cidades do interior. A principal concentração foi na Avenida Paulista, em São Paulo, sem a presença de Jair Bolsonaro, que cumpre medidas cautelares do STF e está proibido de sair de casa aos fins de semana.

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