Deputado diz que a chefe do executivo busca “transferir para a Alepe o pesado ônus do estado ter que conviver com a gestão inoperante”; confira
Thiago Seabra
Publicado em 08/07/2025 às 17:52
| Atualizado em 08/07/2025 às 22:08
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (PSDB), publicou em suas redes sociais, nesta terça-feira (08), um vídeo rebatendo as acusações da governadora Raquel Lyra (PSD) de que a Casa seria responsável pela ineficiência da máquina estadual e a paralisação de obras. O Jornal do Commercio procurou a assessoria de comunicação do governo estadual e da líder do governo na Alepe, mas não obteve resposta sobre as alegações de Porto até a publicação desta matéria.
De acordo com o deputado, a chefe do executivo busca “transferir para a Alepe o pesado ônus do estado ter que conviver com a gestão inoperante e que não consegue fazer as entregas prometidas que a população tanto espera e precisa”.
Na última sexta-feira (4), Raquel Lyra cobrou publicamente a Alepe sobre a aprovação de dois pedidos de empréstimos para o Governo do Estado. A mensagem foi acompanhada de um vídeo em que a gestora afirma que os recursos são fundamentais para viabilizar obras e ações em áreas como saúde e educação.
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Nesta terça-feira, Raquel, em agenda na Zona da Mata, voltou a subir o tom, inclusive com postagem de vídeo nas redes sociais, criticando o que classificou como “atraso para o desenvolvimento do Estado. “Quem teve a oportunidade de fazer e não, não venha me cobrar em dois anos aquilo que não fizeram em mais de décadas e, mais que isso, não atrapalhe o desenvolvimento do nosso Estado. Tem mais dinheiro para sair na Assembleia Legislativa”, disparou a governadora.
Quais são as alegações do presidente da Alepe?
De acordo com Álvaro Porto, a demora alegada na aprovação desses empréstimos decorre da falta de transparência oferecida pelo governo nas respostas aos pedidos de informações solicitados pelo executivo.
Ainda segundo o presidente da Alepe, “as obras não saem do papel porque a gestão não consegue rodar os projetos e entregar as obras por pura incapacidade gerencial”.
Álvaro pontuou que a Assembleia Legislativa já aprovou todos os projetos encaminhados pelo executivo, incluindo autorizações legislativas para o estado contrair empréstimos na ordem de R$ 9,2 bilhões para os exercícios de 2023 e 2024.
Por fim, Álvaro ressalta que “a Assembleia fez sua parte, aprovou projetos, autorizou empréstimos, garantiu meios.”
O deputado afirma que “se as obras não saem do papel, a responsabilidade não está nesta Casa, está onde sempre esteve: no Palácio.”
Confira a fala de Álvaro Porto na íntegra
“Qual a obra que está paralisada que possa ser atribuída a LEP a responsabilidade pela sua interrupção?
Com toda certeza, a senhora governadora não conseguirá responder essas indagações.
Aos pernambucanos e pernambucanas, levado por um conjunto de declarações da governadora do estado, que com o intuito de terceirizar a sua responsabilidade pela ineficiência da máquina estadual, tem procurado, através de narrativas cotidianas, transferir para a assembleia legislativa de Pernambuco, o pesado ônus do estado ter que conviver com a gestão inoperante e que não consegue fazer as entregas prometidas e que a população tanto espera e precisa.
A governadora tenta usar como pano de fundo dois empréstimos que estão tramitando na casa, um no valor de 1 bilhão e 500 milhões e outro de 1 bilhão e 700 milhões.
Essas solicitações de crédito estão em análise nas comissões da casa. A demora alegada decorre exatamente da falta de transparência oferecida pelo governo nas respostas que nos são encaminhadas em função dos múltiplos pedidos de informações que se tem solicitado ao executivo.
É de rememorar, até porque parece que a governadora não tem memória, mas essa casa tem e o povo mais ainda.
A assembleia aprovou todos os projetos encaminhados pelo executivo, incluindo aí autorizações legislativas para o estado contrair empréstimo na ordem de 9 bilhões e 200 milhões, aliás, autorizações que remontam aos exercícios de 2023 e 2024.
As dificuldades da gestão por parte do executivo impediram de até esse momento o estado ter tido acesso à totalidade dos empréstimos autorizados. Basta verificar as informações disponibilizadas para se chegar à triste conclusão que dos 9 bilhões e 200 milhões só foram efetivamente contratados 3 bilhões e 500 milhões. E pasmem, o estado só conseguiu liberar 1 bilhão e 400 milhões.
É de se questionar a senhora governadora, qual a obra que está paralisada que possa ser atribuída a Alepe a responsabilidade pela sua interrupção? Com toda certeza, a senhora governadora não conseguirá responder essas indagações. A verdade é uma só: recursos foram disponibilizados no valor pleiteado pelo executivo.
Mas o que se vê hoje é uma realidade que salta aos olhos de todos. As obras não saem do papel porque a gestão não consegue rodar os projetos e entregar as obras por pura incapacidade gerencial. Realmente, Pernambuco tem pressa, mas o governo só tem pressa no slogan.“
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