Ao longo da semana, polícia ouviu parentes de Maria Eduarda Carvalho de Medeiros, 38 anos. Inquérito não tem prazo para ser concluído
Raphael Guerra
Publicado em 04/07/2025 às 12:19
| Atualizado em 04/07/2025 às 12:23
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O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmou que a morte da advogada Maria Eduarda Carvalho de Medeiros, de 38 anos, ocorreu por asfixia direta por afogamento após naufrágio na praia de Suape, no Cabo de Santo Agostinho. No documento, obtido pela coluna Segurança, o médico legista também descartou qualquer tipo de violência.
“Não evidenciei sinais externos de violência ou outros indícios que pudessem sugerir uma possível ação contundente como causadora da morte”, afirmou, no laudo, o médico legista Bruno Henrique de Lira.
Conforme informado pela coluna, o atestado de óbito já havia apresentado o resultado de asfixia por afogamento – mas outros exames complementares foram realizados para sanar, de vez, qualquer suspeita.
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Desde a última terça-feira (1º) a Delegacia de Porto de Galinhas colhe depoimentos de familiares de Maria Eduarda e outras testemunhas do caso. A primeira a ser ouvida foi a mãe da advogada. Ainda não há prazo para conclusão da investigação.
Ainda não há informação oficial se o médico urologista Seráfico Pereira Cabral Junior, 55, namorado da vítima e que também estava no barco, prestou depoimento.
Na semana passada, a defesa do médico confirmou que não havia coletes salva-vidas no barco, apesar da obrigatoriedade prevista no regulamento náutico. Os itens ficaram guardados no flat de Seráfico, na praia de Muro Alto, em Ipojuca, onde o casal passava o feriadão.
O acidente com o veleiro aconteceu na tarde de 21 de junho. O corpo da advogada foi encontrado três dias após intensas buscas. Já a cadela dela, que também estava no veleiro, não foi achada.
No mesmo dia, com autorização da Justiça, a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão domiciliar na casa do namorado, no bairro da Jaqueira, Zona Norte do Recife. O celular dele foi apreendido.
Questionado sobre a suspeita de que o médico não tinha habilitação para pilotar o veleiro, o advogado Ademar Rigueira afirmou que não há essa exigência para o tipo de embarcação e área onde o casal passeava.
O advogado também detalhou a versão do médico sobre o acidente. Segundo ele, o naufrágio aconteceu por causa da forte correnteza e possível colisão do veleiro com arrecifes. O casal teria nadado por cerca de duas horas.
O médico contou que, em determinado momento, foi jogado pelo mar em pedras. E que depois não conseguiu mais encontrar a namorada. A cadela dela, que estava nos braços dele, também sumiu.
Além da investigação conduzida pela Polícia Civil, um inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) foi instaurado pela Capitania dos Portos de Pernambuco.



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