Transnordestina planeja 5 portos secos e 2 terminais intermodais no Nordeste. Pernambuco continua no páreo nos muncípios onde a ferrovia vai passar
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Mesmo após o trecho Salgueiro-Suape ter ficado de fora, em 2022, do traçado inicial da Ferrovia Transnordestina, Pernambuco segue na briga para garantir a instalação de ao menos um porto seco ao longo do traçado da ferrovia, que atravessa os estados do Piauí, Ceará e Pernambuco. A Transnordestina Logística S.A. (TLSA), empresa responsável pelo projeto, estuda a criação de pelo menos cinco dessas estruturas como parte da sua estratégia de logística integrada, voltada ao escoamento de cargas e ao fortalecimento do desenvolvimento regional.
Os portos secos são estruturas alfandegadas localizadas fora da zona costeira. Diferentemente dos portos tradicionais, não têm ligação direta com vias aquáticas, mas funcionam como centros logísticos conectados aos modais ferroviário e rodoviário. Além de armazenar e fazer o transbordo de mercadorias, oferecem incentivos fiscais e operam como extensão dos portos marítimos, sendo fundamentais para destravar o potencial econômico de regiões interioranas.
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Um dos projetos já confirmados será instalado em Quixeramobim, no Sertão Central do Ceará, com investimentos de até R$ 1 bilhão por parte da Value Global Group. Com previsão de entrega até 2027, a estrutura ocupará uma área de 360 hectares e deve gerar cerca de 1.300 empregos diretos e indiretos, além de um faturamento estimado de R$ 300 milhões por ano.
Além de Quixeramobim, a TLSA avalia terminais em Eliseu Martins (PI), onde será instalado um porto seco próprio da empresa, em Trindade (PE), por conta da força do polo gesseiro, e ainda entre os municípios de Missão Velha (CE) e Salgueiro (PE). Outro ponto estratégico em análise fica entre o Porto do Pecém e a cidade de Iguatu, ambos no Ceará.
Pernambuco no mapa
Após ter sido excluído de parte do traçado inicial da ferrovia, Pernambuco busca se reposicionar para não perder novamente espaço no redesenho logístico do Nordeste. A instalação de um porto seco no estado é vista como decisiva para integrar o interior pernambucano aos grandes corredores de exportação.
A movimentação política já começou. Em junho, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participou de reunião em Agrestina, no Agreste pernambucano, com representantes de 23 municípios ligados ao Consórcio de Municípios do Agreste e Mata Sul de Pernambuco (Comagsul). Em pauta, a Transnordestina e a proposta de implantação de uma plataforma multimodal com porto seco na região — estrutura considerada essencial para atrair investimentos e aumentar a competitividade local.
Paralelamente aos grandes terminais alfandegados, a TLSA também planeja dar início à operação da ferrovia ainda em 2025, por meio da chamada “operação assistida”. A fase inicial contará com terminais intermodais — instalações menores, sem função alfandegária, mas com capacidade de integração entre transporte ferroviário e rodoviário.
Dois desses terminais já estão definidos: um em Bela Vista do Piauí, que será operado pela própria TLSA, e outro em Iguatu (CE), sob gestão da iniciativa privada. Segundo o presidente da TLSA, Tufi Daher Filho, em entrevista ao Diário do Nordeste, a meta é que a Transnordestina comece a operar comercialmente até o fim de 2025, conectando o interior da região ao Porto do Pecém, no litoral cearense.
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Pernambuco se mantém no páreo para disputar a instalação de portos secos ao longo do trajeto da Transnordestina. A TLSA estuda a construção de pelo menos cinco portos secos ao longo da Ferrovia, que cruza os estados do Piauí, Pernambuco e Ceará. As estruturas estão sendo projetadas como parte da estratégia de logística integrada da companhia, com foco no escoamento de cargas e desenvolvimento regional.
Ao contrário dos portos tradicionais, os portos secos não estão ligados a modais aquáticos. Instalados no interior do continente, funcionam como terminais aduaneiros, integrados principalmente ao transporte ferroviário e rodoviário, com estrutura de alfândega e incentivos fiscais — similares aos portos marítimos e fluviais.
Um dos portos secos já confirmados será implantado em Quixeramobim, no Sertão Central do Ceará, com investimento estimado em até R$ 1 bilhão. O projeto é da Value Global Group, com previsão de conclusão até 2027. De acordo com o Governo do Ceará, o empreendimento terá 360 hectares de área, com expectativa de gerar R$ 300 milhões em faturamento anual e criar mais de 1.300 empregos diretos e indiretos.
Além de Quixeramobim, a TLSA avalia a implantação de terminais em Eliseu Martins (PI) — que será um terminal próprio —, em Trindade (PE), devido ao polo gesseiro, e em uma das duas cidades pernambucanas: Missão Velha ou Salgueiro. Também está em estudo a instalação de um porto seco em algum ponto entre o Porto do Pecém e Iguatu (CE).
Transnordestina planeja iniciar operação este ano
Além desses terminais maiores, a empresa também planeja iniciar operações ainda em 2025, por meio de uma fase chamada de “operação assistida”, que será realizada com uso de terminais intermodais — estruturas menores e sem funções alfandegárias, mas com capacidade de transbordo entre modais ferroviário e rodoviário.
Dois desses terminais intermodais já estão definidos: um será da própria TLSA, em Bela Vista do Piauí (PI). O outro, localizado em Iguatu (CE), será de gestão privada, conforme explicou o presidente da TLSA, Tufi Daher Filho, em entrevista ao Diário do Nordeste.
Tufi reafirmou o compromisso de colocar a Transnordestina em operação até o final de 2025, apostando nos terminais para iniciar o transporte comercial de cargas na malha ferroviária que liga o interior nordestino ao litoral cearense.
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