Horários do dia em que sua saúde mental pode ser afetada, segundo estudo

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Horários do dia em que sua saúde mental pode ser afetada, segundo estudo


Uma análise publicada no BMJ Mental Health indica que o bem-estar mental varia significativamente ao longo do dia.

Rotina e ritmo biológico influenciam diretamente o humor. (Foto usada apenas para fins ilustrativos. Posada por profissional) – iStock/nensuria

Segundo os pesquisadores, a maioria das pessoas se sente melhor pela manhã, com um declínio progressivo no humor que se acentua até a meia-noite.

O que explica isso?

A explicação pode estar em ritmos biológicos naturais, como o ciclo do cortisol (hormônio do estresse) que tende a ser mais elevado ao acordar e mais baixo à noite.

O estudo considerou respostas de mais de 49 mil voluntários, que registraram níveis de felicidade, satisfação com a vida e sentimentos de solidão ao longo do dia.

Os resultados mostraram um padrão claro: as manhãs concentram os picos de bem-estar, enquanto as noites, especialmente próximas da meia-noite, coincidem com os momentos de maior queda emocional.

Dias da semana e estações também impactam o estado emocional

Além da variação ao longo do dia, a pesquisa identificou padrões ligados aos dias da semana.

Curiosamente, segundas e sextas-feiras apresentaram níveis mais altos de felicidade em comparação com os domingos, que registraram os índices mais baixos. As terças-feiras também mostraram leve melhora no humor.

As estações do ano foram outro ponto avaliado: o verão está associado a uma saúde mental mais equilibrada, enquanto o inverno coincide com maior incidência de bem-estar reduzido.

A exposição à luz solar e mudanças na rotina podem explicar essa diferença.

Rotina e ritmo biológico influenciam diretamente o humor

A pesquisa aponta que o relógio biológico e os hábitos diários têm um papel fundamental nas oscilações do humor.

Durante os dias úteis, a estrutura das atividades pode proporcionar maior senso de propósito. Já nos fins de semana, a ausência dessa rotina pode levar a flutuações emocionais mais intensas.

Segundo os autores, compreender essas variações pode ajudar na criação de estratégias de cuidado com a saúde mental, como ajustar hábitos de sono, exposição à luz e organização da rotina — respeitando os ritmos naturais do corpo.





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