ENCONTRO
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As únicas reuniões bilaterais do presidente foram com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e com o novo líder da Coreia do Sul, Lee Jae-myung
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Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, encerrou sua participação na sessão ampliada da Cúpula do G7. Por complicações de agenda do próprio evento, cujo cronograma estava com atraso de mais de uma hora, ele não teve as reuniões bilaterais previstas com o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz.
Lula deixou Kananaskis, no Canadá, onde foi realizada a Cúpula do G7, por volta das 19h30, no horário de Brasília, sem falar com a imprensa, como era esperado. O seu voo de volta ao Brasil decolou por volta das 21h30.
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O atraso nos compromissos do G7 derrubaram compromissos de Lula durante o evento. O chanceler da Alemanha cancelou o encontro que tinha marcado com o brasileiro. Por sua vez, a reunião prevista com Zelenski, que busca apoio para a guerra contra a Rússia, às margens do G7, também foi inviabilizada. É a segunda tentativa frustrada de um encontro entre ambos. O primeiro foi durante o G7 realizado em Hiroshima, no Japão, em 2023.
As únicas reuniões bilaterais de Lula às margens do G7 foram com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, com quem discutiu comércio, transição energética e democracia, e o novo líder da Coreia do Sul, Lee Jae-myung.
O brasileiro também teve conversas informais com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa; o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e a presidente do México, Claudia Sheinbaum, às margens da Cúpula dos países mais industrializados do mundo.
G7 condena repressão transnacional e uso indevido de ferramentas cibernéticas de vigilância
Os líderes do G7 condenaram a repressão transnacional, uma forma agressiva de interferência estrangeira por meio da qual Estados ou seus representantes tentam intimidar ou coagir indivíduos ou comunidades fora de suas fronteiras.
Em comunicado divulgado após reunião de cúpula realizada no Canadá, encerrada nesta terça-feira, os líderes do G7 manifestaram preocupação sobre os crescentes relatos de repressão transnacional, avaliando que essa conduta compromete a segurança nacional, a soberania do Estado, a segurança e os direitos humanos das vítimas e os princípios do direito internacional.
O encontro do G7 terminou sem a presença do presidente dos EUA, Donald Trump, que decidiu deixar a reunião antecipadamente e retornar a Washington, citando a deterioração da crise no Oriente Médio. O presidente americano tem intensificado as operações migratórias em várias cidades em uma tentativa de concretizar “o maior programa de deportação em massa da história”.
Sem especificar países, os líderes do G7 manifestaram repúdio a ameaças ou atos de violência física e ao uso indevido de cooperação com outros estados estrangeiros, organismos internacionais e organizações intergovernamentais, a fim de deter, devolver à força ou reprimir alvos.
O G7 pontuou ainda que se opõe ao retorno forçado por meio de confisco de passaportes, invalidação de documentos ou negação de serviços consulares.
O documento também tratou da repressão transnacional digital, como doxing e campanhas de difamação sexual. O uso indevido de spyware e ferramentas cibernéticas para realizar vigilância e permitir segmentação e rastreamento físico, hacking ou assédio cibernético também foi rechaçado pelo grupo em comunicado.
Para endereçar o problema, os lideres pretendem despertar uma compreensão global da ameaça e seu impacto corrosivo, inclusive sobre os direitos humanos e a democracia.
Os líderes se comprometeram a desenvolver uma estrutura de resiliência e resposta que inclua medidas para impulsionar a cooperação do G7 para combater a repressão transnacional.



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