ATAQUE ARMADO
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As forças armadas israelenses também dizem ter atingido, nesta terça-feira (17) vários lançadores de mísseis e radares de detecção em todo o Irã
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A Força Aérea de Israel lançou nesta terça-feira, 17, uma nova série de bombardeios contra o Irã, em meio a rumores de que os EUA podem entrar na guerra a seu lado. Os alvos, segundo os militares israelenses, são as cidades de Teerã, centro nervoso do regime dos aiatolás, e Isfahan, onde ficam alvos nucleares e militares.
Segundo a agência estatal Irna, várias explosões foram ouvidas na capital iraniana na noite de hoje (tarde no horário brasileiro). Teerã enfrenta desde o início da semana um êxodo de civis, que congestionaram as estradas para o interior do país.
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Ao menos 12 alvos foram atingidos em Isfahan, segundo o porta-voz das Forças Armadas israelenses, brigadeiro-general Effie Defrin. Os militares israelenses divulgaram um vídeo de ataques três locais importantes para armazenamento e lançamento de mísseis terra-terra que foram atingidos em Isfahan na terça-feira.
“Graças aos nossos ataques, as forças do regime iraniano foram empurradas para o centro do Irã. Eles se retiraram do oeste do Irã – mas estamos logo atrás deles”, disse o porta-voz.
As forças armadas israelenses também dizem ter atingido vários lançadores de mísseis e radares de detecção em todo o Irã que, segundo elas, tinham como objetivo impedir os ataques israelenses.
Filas nas ruas de Teerã
Neste clima de tensão, nesta terça-feira formaram-se longas filas em frente a padarias e postos de combustível, às vezes de vários quilômetros. Embora os pequenos comércios de bairro ainda estejam abertos, os mercados e joalherias de toda a cidade fecharam suas portas. Também o Gran Bazar permanece fechado.
Os bombardeios israelenses têm deixado graves danos em zonas residenciais, com janelas destruídas, fachadas desabadas e muitos escombros.
Acesso reduzido à internet
Em meio às bombas, o Irã restringiu severamente o acesso à internet e reduziu sua largura de banda em 80% em um esforço para combater agentes israelenses que, segundo o país, ainda estão realizando operações secretas, de acordo com duas autoridades iranianas, uma delas do Ministério das Telecomunicações.
A agência de notícias Tasnim, afiliada à Guarda Revolucionária, disse que a internet seria desativada na noite de terça-feira, para ser substituída por um serviço de intranet controlado pelo Irã. Após dias de interrupção, o tráfego da internet no Irã caiu drasticamente, de acordo com uma análise da Netblocks, um grupo global de monitoramento da internet.
Os bombardeios mútuos deixaram pelo menos 224 mortos no Irã e 24 em Israel, segundo os últimos balanços comunicados pelas autoridades de ambos os países.


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