JUNHO LARANJA
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Fadiga, tontura e queda de cabelo estão entre os sintomas mais comuns da condição, que afeta principalmente mulheres, crianças e idosos
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Cansaço constante, fraqueza, dificuldade de concentração e até queda de cabelo são sintomas frequentemente atribuídos à rotina estressante ou à má alimentação, mas que podem indicar uma condição mais séria: a anemia.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa deficiência atinge cerca de 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo — o equivalente a quase 30% da população global.
Já no Brasil, de acordo coma Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) mais recente, 20,9% das crianças com menos de cinco anos apresentam a condição — o que representa cerca de 3 milhões de crianças afetadas. Entre as mulheres, a prevalência também é alta, atingindo 29,4% da população feminina.
O que causa a anemia?

Glóbulos vermelhos – Matthieu Louis
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A anemia ferropriva, causada pela falta de ferro no organismo, é responsável pela maioria dos casos. Esse mineral é fundamental para a produção de hemoglobina, proteína dos glóbulos vermelhos que transporta oxigênio pelo corpo. Quando seus níveis estão baixos, o organismo sofre.
“Apesar de muito comum, a anemia ainda é subestimada. Muitos pacientes convivem com sintomas sem imaginar que estão com uma deficiência de ferro no sangue”, explica a endocrinologista Alessandra Rascovski, diretora clínica da Atma Soma.
Entre os grupos mais afetados estão:
- Mulheres em idade fértil e gestantes;
- Crianças em fase de crescimento;
- Adolescentes;
- Idosos;
- Pacientes que passaram por cirurgia bariátrica.
“Nosso corpo precisa de ferro para produzir os glóbulos vermelhos. Quando há deficiência, o transporte de oxigênio fica comprometido e isso impacta diretamente na disposição física, na concentração e até na imunidade”, afirma a endocrinologista Bárbara Scalon, também da Atma Soma.
Sintomas
O Ministério da Saúde elenca como principais sintomas da anemia:
- Cansaço generalizado;
- Falta de apetite;
- Palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas);
- Menor disposição para o trabalho;
- Dificuldade de aprendizagem nas crianças;
- Apatia (crianças muito “paradas”).
Os quadros mais graves podem incluir queda de pressão, taquicardia e aumento da suscetibilidade a infecções. Em casos extremos, pode ser necessário recorrer à transfusão de sangue.
A anemia também traz impactos específicos de acordo com a faixa etária. Em crianças, pode comprometer o desenvolvimento cognitivo e motor. Em mulheres, reduz a produtividade e pode interferir na produção de leite no pós-parto. Em idosos, agrava a fragilidade e o risco de quedas.
Diagnóstico
A confirmação da anemia é feita por meio de um hemograma completo. Valores de hemoglobina abaixo de 12g/dL em mulheres e 13g/dL em homens já são considerados indicativos.
“Mas identificar a causa é tão importante quanto confirmar o diagnóstico. A anemia pode ter origem em deficiências nutricionais, sangramentos crônicos, doenças da tireoide, rins, fígado ou até ser sinal de doenças mais graves”, reforça a endocrinologista.
Além disso, a deficiência de ferro pode existir mesmo antes da queda da hemoglobina, o que exige avaliação médica cuidadosa para que não haja atraso no tratamento.
Como prevenir anemia?
A maior parte dos casos de anemia pode ser evitada com uma alimentação equilibrada. Alimentos que possuem uma boa concentração de ferro devem estar inclusas na dieta, como por exemplo:
- Carnes vermelhas;
- Vísceras (fígado);
- Vegetais verde-escuros;
- Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico);
- Nozes;
- Castanhas;
- Ovos;
- Grãos integrais.
“Para melhorar a absorção do ferro de origem vegetal, é fundamental associar esses alimentos a fontes de vitamina C, como laranja, limão, abacaxi ou acerola. Por outro lado, o consumo excessivo de leite e derivados nas refeições pode atrapalhar a absorção do ferro”, orienta Alessandra Rascovski.
A suplementação pode ser necessária em fases como a adolescência, a gestação ou o pós-operatório de cirurgias. Mas o uso deve ser sempre acompanhado por um profissional de saúde.
Campanha faz alerta para prevenção da doença
Durante o mês de junho, a campanha Junho Laranja busca ampliar o conhecimento sobre a anemia e outras doenças do sangue, incentivando a população a prestar mais atenção aos sinais do corpo e a buscar avaliação médica diante de sintomas persistentes.
A endocrinologista alerta que anemia é uma condição clínica que exige atenção e tratamento adequado. Apesar disso, muitas pessoas acabam normalizando sintomas como fadiga constante, indisposição e palidez, o que pode atrasar o diagnóstico e consequentemente, o tratamento.
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