NEUROLOGIA
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A doença é neuromuscular, autoimune e pode afetar atividades simples como pentear o cabelo, subir escadas ou mastigar. SUS comporta tratamento
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Fraqueza muscular que varia de intensidade ao longo do dia, dificuldade para abrir os olhos, mastigar, falar ou respirar. Esses sinais, muitas vezes confundidos com cansaço ou falta de disposição, podem indicar um quadro de miastenia gravis — uma doença neuromuscular rara, crônica e autoimune.
A doença acontece quando há uma falha na comunicação entre os nervos e os músculos do corpo. Isso ocorre porque o sistema imunológico, de forma equivocada, produz anticorpos que atacam proteínas responsáveis por transmitir os comandos dos nervos para os músculos, os chamados autoanticorpos.
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Sintomas
A condição afeta ambos os sexos, com diferenças na faixa etária em que os sintomas costumam surgir. Segundo dados do Ministério da Saúde, a miastenia gravis acomete entre 5 e 30 pessoas por milhão de habitantes a cada ano.
Nas mulheres, a manifestação costuma ocorrer entre os 20 e 34 anos, enquanto nos homens é mais comum entre os 70 e 75 anos.
A miastenia gravis pode afetar diferentes grupos musculares e comprometer funções básicas do cotidiano. Entre os sinais mais recorrentes estão:
- Queda de pálpebra;
- Visão dupla;
- Dificuldade de abrir os olhos;
- Mudança na expressão facial;
- Voz anasalada ou rouca;
- Engasgos frequentes;
- Dificuldade de deglutição;
- Alterações respiratórias.
Além disso, a fraqueza muscular pode comprometer a realização de tarefas cotidianas, como:
Levantar o pescoço e os membros;
- Pentear os cabelos;
- Se vestir;
- Subir escadas.
Por seu caráter flutuante — melhora e piora dos sintomas ao longo do dia —, a doença pode ser confundida.
“Como os sintomas envolvem fraqueza e fadiga, muitas vezes, o paciente pode ser mal interpretado, por acharem que está com preguiça ou falta de disposição. Isso pode retardar o diagnóstico e levar a uma progressão dos sintomas”, destaca a neurologista Renata Andrade, do ambulatório do Hospital Pelópidas Silveira (HPS), especializado em atendimentos neurológicos.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico da miastenia gravis é feito por meio de avaliação clínica, histórico detalhado e exames laboratoriais e de imagem.
“Exames de sangue podem direcionar para o diagnóstico da doença, a depender do tipo de autoanticorpos encontrado”, explica Renata Andrade.
Apesar de ser uma condição crônica, a miastenia gravis tem tratamento, com opções terapêuticas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Além da medicação, o acompanhamento por equipe multidisciplinar — incluindo fonoaudiologia e fisioterapia — é fundamental para a reabilitação e melhora da qualidade de vida.
Em alguns casos, pode ser indicada a retirada do timo, uma glândula do sistema imunológico que, embora normalmente inativa na fase adulta, pode voltar a funcionar de forma anormal em pacientes com a doença.
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