Opinião – Plástico: Galerista Luisa Strina, a poderosa chefona da arte do país, mostra sua coleção

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Opinião – Plástico: Galerista Luisa Strina, a poderosa chefona da arte do país, mostra sua coleção


Poucos são aqueles que já tiveram a chance de passear pelas salas do apartamento de Luisa Strina em São Paulo para ver de perto uma das mais belas coleções de arte do país, da biblioteca onde moram bordados e telas de Leonilson à sala de estar com Cildo Meireles em lugar de honra.

Agora, a mais respeitada galerista do país mostra ao grande público as joias que colecionou em mais de cinco décadas na ativa no mercado. No fim desta semana, a Casa Bradesco, perto da avenida Paulista, exibe um conjunto de peças da marchande, com trabalhos de nomes que forjaram a arte do país e do mundo, entre eles Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Cildo Meireles, Doris Salcedo, Laura Lima, Robert Rauschenberg e Tunga.

“Crivo”, como batizaram a mostra organizada por Kiki Mazzucchelli, diretora artística da galeria Luisa Strina, e Marcello Dantas, tem como fio condutor o olhar afiado da galerista, que alavancou a carreira de nomes incontornáveis da arte ao longo dos anos. A cara de poucos amigos, a fala curta e grossa e a atitude de diva punk é só a fachada dura do humor de uma das grandes damas do cenário do país, que no fundo se derrete por tudo o que mostra.


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