CAIS DO SERTÃO
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Mostra gratuita no Cais do Sertão utiliza realidade virtual, hologramas e arte Fulni-ô para e estará aberta até o fim de junho
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O Museu Cais do Sertão, na área central do Recife, será palco da exposição “Toré Virtual: imersão no canto e dança de origem ancestral”, uma experiência sensorial na cultura do povo Fulni-ô.
A mostra une arte, ancestralidade e recursos tecnológicos como realidade virtual, hologramas e videoinstalações para recriar o Toré, um ritual sagrado desse povo indígena. A exposição, que tem entrada gratuita, está aberta na Sala Pajeú do museu.
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Realidade virtual
Entre os principais destaques da exposição estão dois filmes em realidade virtual 360º, que transportam os visitantes para o território do Ouricuri, espaço sagrado do povo Fulni-ô, durante o ritual do Toré e a festa de Yasákhlane.
A tecnologia permite que o público se sinta presente no ambiente ritual, observando os movimentos, os sons e a atmosfera espiritual da celebração.
Além disso, a mostra traz um holograma inédito que apresenta elementos simbólicos como o instrumento Buzo e outros itens sagrados, permitindo uma visualização tridimensional que reforça a dimensão sensível da experiência.
Videoinstalações e retratos em 3D
A exposição também exibe telões imersivos com retratos tridimensionais de mestres e jovens em movimento ritual, além de paisagens da aldeia.
Esses registros audiovisuais foram produzidos pelo Coletivo Fulni-ô de Cinema e oferecem ao público, segundo a organização, um olhar íntimo sobre o cotidiano e as práticas culturais da comunidade.
Além disso, itens de uso ritualístico e cotidiano, como maracás, xanducas, cachimbos, arcos e flechas feitos pela comunidade, estão expostos, criando uma ponte entre o universo material e espiritual dos Fulni-ô.
Atividades paralelas
Além da imersão visual e sensorial, a programação inclui visitas guiadas com recursos de acessibilidade e rodas de conversa abertas ao público.
“Mais que uma exposição, ‘Toré Virtual’ é um convite à escuta, ao encantamento e à reconexão com saberes ancestrais do povo Fulni-ô que atravessam o tempo e a matéria. Uma vivência tecnoancestral que nos lembra que o futuro também é território da tradição”, destacam os curadores Hugo Fulni-ô, Carol Berger e Rose Lima.
A mostra permanece aberta ao público até o final de junho, com acesso gratuito durante o horário de funcionamento do museu, que fica localizado no Bairro do Recife.
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