NEURODIVERGÊNCIAS
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O uso terapêutico da música auxilia na comunicação, atenção e bem-estar de crianças com autismo, síndrome de down e outras condições neurodivergentes
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Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
O acompanhamento de pessoas neurodivergentes pode ocorrer por diversas abordagens. A musicoterapia, por esemplo, tem ganhado protagonismo no cuidado de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), dislexia, Síndrome de Down, entre outras condições neurológicas.
Por meio de sessões planejadas e adaptadas às necessidades individuais, a música atua como linguagem de expressão, vínculo e escuta. É um canal potente para acessar emoções, estimular a comunicação e promover organização interna.
“A música é uma linguagem universal e afetiva, que consegue alcançar lugares onde muitas vezes a palavra não chega”, ressalta Dalvisson Campelo, musicoterapeuta da Clínica Mundos, especializada no atendimento terapêutico de neurodivergentes.
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Para que serve a musicoterapia?
No Brasil, a prática se consolidou como profissão, regulamentada pela Lei nº 13.277, em 2016. Apesar de recente, exériências clínicas têm demonstrado resultados positivos em ambientes variados — do hospitalar ao escolar —. É o que explica o musicoterapeuta:
“A musicoterapia é indicada para diferentes perfis, mas os maiores impactos têm sido percebidos em crianças e adolescentes neurodivergentes, que encontram na música uma forma de se comunicar, interagir e organizar suas emoções”, destaca Campelo.
Entre os principais públicos beneficiados estão crianças com TEA — que frequentemente apresentam atrasos na fala, hipersensibilidade sensorial e dificuldades de socialização.
Mas os efeitos positivos também são percebidos em pessoas com TDAH, deficiência intelectual, transtornos de linguagem, paralisia cerebral e Síndrome de Down.
Sessões
Cada sessão de musicoterapia é desenhada a partir das necessidades sensoriais e objetivos terapêuticos da criança.
Os instrumentos são selecionados com base em seu perfil, tornando o processo individualizado e mais efetivo.
“Usamos desde instrumentos de percussão e teclado, violão, flauta e até a própria voz como canal de expressão”, enumera o especialista.
Enquanto tambores e chocalhos ajudam a desenvolver ritmo e coordenação motora, teclados e flautas auxiliam no refinamento da motricidade fina e no foco.
“Quando uma criança neurodivergente se conecta com um som, uma batida ou uma canção estamos testemunhando a construção de pontes invisíveis entre o sentir e o expressar”, finaliza o musicoterapeuta Dalvisson Campelo.
Mesmo fora da sala terapêutica, a música pode ser uma aliada importante no dia a dia da criança neurodivergente. Os pais e responsáveis, podem, segundo o especialista:
- Utilizar músicas específicas para diferentes momentos do dia (acordar, banho, dormir);
- Incluir sons simples, como palmas e batidas com objetos do cotidiano;
- Cantar cantigas de estrutura fácil e repetitiva;
- Fazer uso de instrumentos musicais de brinquedo.
Veja também: VideoCast Saúde e Bem Estar, do JC fala sobre Síndrome de Down
Nesta quarta-feira (30), no 40° episódio do videocast Saúde e Bem-Estar, a colunista Cinthya Leite e a repórter Maria Clara Trajano recebem duas pediatras do Instituto AMA 21 para tirar dúvidas e compartilhar informações sobre a síndrome de down.
A entrevista vai ao ar às 20h, no JC Play, canal do Jornal do Commercio no Youtube.


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