NUTRIÇÃO
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Refrigerantes zero usam adoçantes de alta intensidade e podem ter altos níveis de sódio e ácidos que prejudicam absorção de nutrientes essenciais
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A procura por refrigerantes zero açúcar aumentou nos últimos anos, impulsionada pela popularização de dietas de baixo teor de açúcar e pelo apelo de produtos “light”. Em 2024, o consumo cresceu 28,9%, chegando a quase 516 milhões de litros vendidos no Brasil.
No entanto, segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde, a substituição de alimentos ultraprocessados por opções mais naturais é essencial para reduzir riscos à saúde.
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Composição além da ausência de sacarose
Para simular o sabor doce das versões tradicionais, os refrigerantes zero utilizam adoçantes de alta intensidade — como sucralose, aspartame e estévia — e uma série de aditivos.
Para a professora Bruna Nabuco Siqueira, do curso de Nutrição da Universidade Tiradentes, a composição vai muito além da ausência de açúcar:
“Em sua grande maioria, os refrigerantes são combinações de água, gás carbônico, corantes, aromatizantes, ácidos, além de adoçantes artificiais, podendo conter variações a depender do tipo e do fabricante. São ausentes de açúcares, porém, para alcançar a doçura semelhante a versão tradicional, utiliza-se adoçantes artificiais ou naturais de alta intensidade, que possuem poucas ou nenhuma caloria”, detalha.
Esses ingredientes conferem poucas calorias, mas não garantem perfil nutricional vantajoso.
Sódio e ácidos: vilões silenciosos
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço regional da OMS, recomenda consumo diário de até 2g de sódio (5g de sal), mas estudos mostram que alguns refrigerantes zero contêm o dobro desse limite em apenas uma lata.
Além disso, os ácidos presentes podem reduzir a absorção de minerais como cálcio, afetando a saúde óssea e dental.
“Embora os refrigerantes zero açúcar não contenham açúcares, eles ainda podem conter níveis significativos de sódio. Algumas versões chegam a ter mais que o dobro de sódio em comparação aos refrigerantes comuns”, explica a especialista.
“Além disso, o consumo excessivo de refrigerantes zero açúcar pode estar associado a efeitos adversos, como a diminuição da absorção de nutrientes essenciais, incluindo o cálcio, devido à presença de certos ácidos em sua composição”.
Efeito marginal no emagrecimento
Isolar o benefício calórico dos refrigerantes zero não traduz em emagrecimento significativo.
O Guia Alimentar reforça que nenhum alimento isolado promove perda de peso; o sucesso depende de um padrão alimentar baseado em alimentos in natura ou minimamente processados e prática regular de atividade física.
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Escolha consciente e transição gradual
Em vez de eliminar radicalmente o refrigerante zero, adote passos simples: reduza a frequência, reservando o consumo para ocasiões especiais. Gradualmente, substitua por bebidas mais naturais, como água com gás e limão, chás frios sem adoçantes ou sucos diluídos.
A mudança consciente e sem pressa torna o processo sustentável e prazeroso.
Embora livres de açúcar, os refrigerantes zero podem trazer riscos à saúde quando consumidos em excesso. Atenção ao rótulo — especialmente ao sódio e aos aditivos — e a preferência por alimentos menos processados são estratégias-chave para manter o equilíbrio nutricional e promover qualidade de vida.



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