ALIMENTAÇÃO
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A estratégia, amplamente utilizada para o emagrecimento rápido, pode acarretar problemas cardiovasculares; confira outros riscos associados
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O jejum intermitente é uma estratégia alimentar utilizada principalmente para o emagrecimento rápido. Consiste em alternar entre períodos de alimentação e de jejum ao longo do dia; a maioria das pessoas opta por um jejum de cerca de 16 horas, seguido de um período de oito horas de alimentação.
Além do emagrecimento, são amplamente divulgados, como benefícios do jejum intermitente, a melhora da saúde metabólica — aumento da sensibilidade à insulina, que poderia reduzir o risco de diabetes tipo 2 —, autofagia — processo em que o corpo remove células danificadas — e melhora da saúde cardiovascular — como controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol.
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Riscos do jejum intermitente
Entretanto, um estudo divulgado na Epidemiology and Prevention | Lifestyle and Cardiometabolic Scientific Sessions 2024, revista da American Heart Association, realizado em uma amostragem de 20 mil cidadãos norte-americanos adeptos ao jejum intermitente, evidenciou que 91% dos participantes têm um risco maior de morte por doenças cardiovasculares.
O nutrólogo Daniel Magnoni, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo e presidente do Instituto de Metabolismo e Nutrição (Imen), explica que ainda existem outros riscos associados ao jejum intermitente.
“A interrupção de refeições regulares pode levar ao consumo insuficiente de nutrientes, causando fraqueza, tontura e dificuldade de concentração, especialmente em pessoas que precisam de uma ingestão calórica consistente, como gestantes, lactantes, crianças ou idosos”.
O estudo também aponta que, restringir o tempo de alimentação durante o dia, não traz benefícios significativos à saúde comparado a uma alimentação regular, além de não estar associado a uma vida mais longeva ou à redução do risco de morte por qualquer causa.
O médico também aponta que para indivíduos com histórico ou diagnóstico de diabetes, por exemplo, o jejum pode resultar em flutuações perigosas nos níveis de glicose no sangue, aumentando a probabilidade de hipoglicemia ou picos energéticos que afetam o equilíbrio metabólico.
“A prática também pode levar a uma relação pouco saudável com a comida, desencadeando ou intensificando transtornos alimentares, como o comer compulsivo ou a anorexia. O jejum intermitente também pode causar sintomas como fadiga extrema, irritabilidade, e dificuldade para manter suas atividades cotidianas, especialmente quando iniciam o jejum sem acompanhamento profissional adequado”, reforça Magnoni.
VEJA TAMBÉM: Quais problemas que chás emagrecedores e remédios diuréticos podem causar?
Como funciona o jejum intermitente?
O jejum intermitente é uma prática alimentar que varia entre períodos planejados de jejum e de alimentação. Existem diferentes métodos, como a abordagem 16/8 (16 horas de jejum e 8 horas de alimentação) ou o método 5/2 (dois dias de restrição calórica por semana).
O objetivo principal dessa prática é promover um equilíbrio calórico que, dependendo do caso, pode resultar em controle de peso ou outros benefícios metabólicos.
“Esse tipo de jejum não é adequado para todos os perfis, por isso, é necessário avaliar criteriosamente as condições de saúde antes de adotá-lo. Cada organismo é único, e o que pode funcionar para uns pode não beneficiar ou até prejudicar outros”, explica o nutrólogo.
O especialista reforça que o benefício do jejum intermitente pode ter é o emagrecimento rápido, porém, a prática pode ocasionar uma perda de massa magra, a qual é preocupante para a saúde.
Nesse cenário, uma dieta saudável e balanceada desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e do bem-estar geral. O equilíbrio alimentar envolve a combinação adequada de carboidratos, proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e fibras.
Magnoni também reforça que é importante adaptar a dieta às necessidades individuais, considerando fatores como idade, sexo, hábitos de vida e até mesmo condições específicas de saúde.
Dessa forma, pode-se evitar deficiências nutricionais e criar uma base sólida para uma rotina mais energética e funcional. “Embora práticas como o jejum intermitente possam integrar estratégias alimentares, elas precisam ser avaliadas de forma criteriosa”, finaliza.

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