BOMBARDEIO
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A maioria dessas crianças estava deslocada, refugiada em tendas improvisadas ou em casas danificadas no sul de Gaza, apontou a organização
AFP
Publicado em 31/03/2025 às 19:26
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A retomada dos bombardeios e das operações terrestres na Faixa de Gaza deixou pelo menos 322 crianças mortas e 609 feridas nos últimos dez dias, denunciou nesta segunda-feira (31) a Unicef, agência da ONU para a infância.
Esses números incluem as crianças que, segundo relatos, morreram ou ficaram feridas no departamento de cirurgia do hospital Al Nasser, no sul de Gaza, que foi atingido em um ataque em 23 de março.
A maioria dessas crianças estava deslocada, refugiada em tendas improvisadas ou em casas danificadas, apontou a organização.
“As crianças foram novamente lançadas em um ciclo de violência e privações mortais”, denunciou a diretora executiva da Unicef, Catherine Russell, em um comunicado.
Russell pediu que “todas as partes cumpram suas obrigações sob o direito internacional humanitário para proteger as crianças”.
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Após quase 18 meses de guerra, mais de 15 mil crianças morreram, mais de 34 mil ficaram feridas e quase um milhão foram deslocadas repetidamente e privadas de seu direito a serviços básicos, lembrou a Unicef.
“O recrudescimento dos bombardeios incessantes e indiscriminados, combinado com o bloqueio total da entrada de suprimentos na Faixa de Gaza por mais de três semanas, colocou à prova a resposta humanitária e a população civil de Gaza – especialmente seu milhão de crianças”, alertou a organização.
Israel retomou sua ofensiva sobre o território palestino em 18 de março, encerrando uma frágil trégua que havia proporcionado um alívio à população durante dois meses.
Além do fim das hostilidades, a Unicef pediu que Israel permita a entrada de ajuda humanitária no território – suspensa desde 2 de março – e a evacuação das crianças doentes e feridas para receber atendimento médico.
Sem essa ajuda, há escassez de alimentos, água potável e assistência médica, agravando a desnutrição e o avanço de doenças, alertou a organização.
“É essencial proteger a população civil, incluindo crianças e trabalhadores humanitários, além das infraestruturas essenciais que ainda restam, e libertar os reféns” em poder do Hamas.
“O mundo não pode permanecer impassível e permitir que o massacre e o sofrimento das crianças continuem”, acrescentou.

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