Para além da vasta filmografia e a influência sobre a televisão com “Twin Peaks“, o diretor David Lynch também foi responsável por alguns papéis. Embora tenha interpretado personagens passageiros, em curtas participações, a sua última aparição nas telonas se tornou bastante marcante pelas lentes do diretor Steven Spielberg.
Em “Os Fabelmans“, filme biográfico que acompanha a vida de um jovem Spielberg e a evolução do seu amor pelo cinema, Lynch teve a chance de interpretar o icônico diretor John Ford. A aparição acontece próxima ao final do filme, quando o protagonista Sammy Fabelman se reúne com o cineasta, em seu escritório nos estúdios da Warner Bros., para pedir conselhos sobre uma possível carreira no mundo do cinema.
Com um charuto em mãos e um icônico tapa-olho, muito associado à figura de Ford, ele analisa alguns quadros presentes em sua sala e instrui o menino em relação à melhor maneira de se enquadrar um horizonte.
“Quando o horizonte está embaixo, é interessante. Quando o horizonte está em cima, é interessante. Quando o horizonte está no meio, é chato pra caramba!”, diz ele, reproduzindo um conselho real que Ford teria dado a Spielberg.
Com um legado repleto de trabalhos sempre desafiadores, é evidente que Lynch os horizontes de suas obras nunca estiveram no meio.


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-cranio-antigo-com-dentes-2936429614.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)



/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-agua-fervente-sendo-despe-2936432862.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)







/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-cranio-antigo-com-dentes-2936429614.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)


