Black Friday é a maratona anual do varejo, e quem não se prepara para a corrida pode ficar para trás. Leia no artigo de Angelo Russomanno
Publicado em 22/11/2024 às 17:18
| Atualizado em 22/11/2024 às 17:20
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Crítica
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artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

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Não é novidade que empreendedores enfrentam desafios constantes e diversos ao gerir e executar tarefas no dia a dia de seus negócios, especialmente aqueles que estão em setores do comércio e varejo, que precisam ser ainda mais flexíveis para se adaptar a períodos de alta demanda e volatilidade. Isso sem falar na necessidade de se manter relevante para seus consumidores, abrindo frentes também em áreas como marketing e vendas, especialmente quando datas como a Black Friday se aproximam.
Uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com o Itaú Empresas aponta que 90% dos líderes de pequenas e médias empresas (PMEs) do Nordeste relatam alguma ou muita dificuldade em aumentar o faturamento, e 87% em lidar com a concorrência.
Já estratégias eficazes de marketing e vendas são desafiadoras para 83% deles, enquanto 81% têm dificuldade de inovar. Esses temas se tornam ainda mais desafiadores neste período de vendas intensas, visto que a concorrência é grande e a necessidade de diferenciação de ofertas se faz latente – sem deixar de dar conta de toda a operação e garantir a melhor experiência de compra.
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Para o consumidor final, não faltam dicas, tutoriais e conteúdos sobre como aproveitar a data da melhor forma. Mas os varejistas também precisam de atenção especial, que deve ser fruto de um trabalho de aprimoramento e acompanhamento constante durante todo o ano, seguido de melhorias e inovações nas operações e gestão do negócio. A Black Friday no Brasil sempre teve uma conexão importante com o e-commerce, o que ganhou força durante a pandemia e vem se mantendo.
Em 2023, tivemos um resultado bastante expressivo em Pernambuco, com alta de 23,8% no faturamento dos nossos clientes na chamada Black Week. Esse resultado é fruto de um conjunto de estratégias desenhadas para apoiar as empresas para que elas vendam mais, como investimento em tecnologia, monitoramento 24 horas das transações e 100% de disponibilidade – o que garante que o cliente conseguirá fechar sua compra sem atritos.
Para as jornadas de compras, dois temas ganham ainda mais força nesta Black Friday: o Pix e a Inteligência Artificial. Enquanto a IA pode ser uma grande aliada sugerindo conteúdos, aprimorando algoritmos de buscas e entregando resultados de pesquisas de forma mais assertiva e personalizada, o Pix se torna uma forma de pagamento obrigatória para quem não quer perder vendas.
Com recordes recorrentes de uso, o Pix é muito relevante nas vendas remotas – especialmente aquelas fora de um e-commerce ou marketplace. Além disso, cada vez mais empresas utilizam o WhatsApp como um importante canal de venda, e ferramentas como o link de pagamento, que permite o processamento seguro de compras via cartões ou Pix no aplicativo ou em outras redes sociais, são muito valiosas para os lojistas – ampliando seu alcance e trazendo segurança em vendas à distância.
Nesta Black Friday, ele ganha relevância também nas compras presenciais, com o Pix por aproximação, que acabamos de lançar. Com ele, o consumidor consegue pagar com Pix sem a necessidade de abrir o app do banco, apenas aproximando o celular da maquininha.
Mas essas ferramentas não são eficazes sozinhas. É fundamental ter agilidade na resolução de problemas, inovação e atenção nas oportunidades. Para isso, a visão de dados completa da operação é indispensável; por meio dela, surgem insights de estratégias de vendas e ofertas. Por exemplo, elaborar planos e táticas no número de parcelas no cartão de crédito, conceder um benefício especial como desconto em transações via Pix ou mesmo o benefício de frete grátis acima de um valor definido.
O momento do pagamento, entretanto, é o mais importante. Uma experiência com falhas ou demorada pode levar a desistências, tanto nas compras físicas quando online. No e-commerce, um fator importante é a taxa de conversão – o índice utilizado para medir o percentual de compras aprovadas do total de pessoas que passam pelas etapas do funil de vendas, ou seja, que chegam à conclusão do pagamento. Especialmente em uma operação robusta como a Black Friday, o índice elevado garante uma experiência de compra muito mais facilitada e fluida para o consumidor. Na Rede, a porcentagem de aprovação é superior a 90%, bem maior que a média do mercado, o que garante mais negócios para os varejistas.
São muitos aspectos a serem olhados e escolhas que precisam ser feitas pelos empreendedores. A pesquisa do Instituto Locomotiva – intitulada não por acaso “Cabeça de Dono” – aponta que 43% dos líderes de pequenas e médias empresas do Nordeste assumem sozinhos todas as decisões de ao menos uma área do seu negócio, e a execução de tarefas nas áreas comercial, de vendas e atendimento aos clientes alcança 78% deles.
Para dar conta de olhar para todas essas frentes e executar com maestria tantas funções, não só em épocas de alta demanda, minha recomendação principal é se cercar de informações e especialistas que possam atuar em conjunto com sua operação durante o ano todo. É possível delegar de forma assertiva e efetiva; para isso, é preciso ter parceiros que ajudem a indicar caminhos e tomar decisões melhores, construindo um planejamento de crescimento sustentável e próspero – que se perpetua para além da Black Friday.
Angelo Russomanno, diretor de pagamentos do Itaú Empresas


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