Na comparação com os números regionais, o custo por metro quadrado ficou R$ 81,43 abaixo do da média do Nordeste, estabelecido em R$ 1.871,33
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O custo médio da construção civil em Pernambuco encerrou o mês de agosto de 2026 fixado em R$ 1.789,90 por metro quadrado, segundo dados do Sinapi, divulgados pelo IBGE. O Estado registrou uma variação mensal de 0,28%, mantendo um ritmo de expansão abaixo da taxa média de variação observada no Brasil, que foi de 0,44%, mas acima do desempenho médio do Nordeste, que fechou em 0,19%. No acumulado de janeiro a agosto, a alta em Pernambuco chega a 6,46%, enquanto no balanço dos últimos doze meses o indicador permanece em 7,06%, apresentando um patamar inferior ao ritmo acumulado pela própria região nordestina em um ano.
Na comparação com os números regionais, o custo por metro quadrado em Pernambuco ficou R$ 81,43 abaixo do custo médio do Nordeste, estabelecido em R$ 1.871,33. O acumulado no ano do estado também se manteve em patamar próximo ao indicador regional, que registrou 6,53%. Já em relação ao balanço de doze meses, os 7,06% apurados em Pernambuco situam-se abaixo dos 7,98% contabilizados no agregado nordestino.
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No âmbito da Região Nordeste, o desempenho mensal de Pernambuco representou a quarta maior alta do período. O estado de Sergipe liderou os reajustes regionais com uma variação de 0,60%, seguido pela Paraíba, com 0,48%, Piauí, com 0,41%, Pernambuco, com 0,28%, Maranhão, com 0,27%, e Rio Grande do Norte, com 0,23%. Nas posições com menor oscilação do mês figuraram Bahia, com 0,06%, Alagoas, com 0,04%, e Ceará, que apresentou estabilidade sem variação percentual.
Em âmbito nacional, a Região Sul destacou-se com a maior variação do País no mês de agosto, ao registrar taxa de 1,15%, puxada pelo reajuste observado no Paraná, que atingiu 2,25%.
O Centro-Oeste apurou alta de 0,87%, influenciado pelas elevações em Mato Grosso do Sul, com 2,34%, e no Distrito Federal, com 2,11%.
Na Região Norte, o avanço foi de 0,85%, impulsionado pelo Amazonas, que anotou a maior variação mensal do país, de 2,67%, decorrente de acordos coletivos. Por fim, a Região Sudeste manteve estabilidade com expansão de 0,18%, anotando oscilações de 0,50% no Espírito Santo, 0,34% no Rio de Janeiro, 0,22% em Minas Gerais e 0,06% em São Paulo.














