MÚSICA
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Com programação gratuita na Boa Vista, o evento reúne nomes do break, grafite, música urbana, além de feirinha criativa, oficinas e palestras
JC
Publicado em 30/05/2025 às 14:39
| Atualizado em 30/05/2025 às 16:08
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A cena Hip Hop do Recife ganha destaque com a segunda edição do Festival RAPP – Recife, Artes, Pontes e Poesia, uma celebração à cultura urbana incentivada pela Lei Aldir Blanc. O evento será realizado nesta sexta-feira (30) e sábado (31), no Pátio de Santa Cruz, no bairro da Boa Vista, e promete movimentar o coração da cidade com arte, música e resistência.
O homenageado deste ano tem uma trajetória sólida na arte urbana, Marquinhos ATG — grafiteiro, muralista, produtor e arte-educador é reconhecido por seu papel ativo na cena cultural, sendo um dos principais articuladores do projeto Recife Meu Amor, promovido pela Prefeitura do Recife. Seu trabalho se destaca pela constante experimentação entre expressão artística e inovação tecnológica.
Os B-boys e B-girls já podem preparar os trajes, as coreografias e as ideias: o festival traz mais uma vez o mutirão de graffiti, batalha de MC’s, exposição com artistas pernambucanos, arte com acessibilidade, oficinas de customização de tênis e roupas, feira criativa, palestra, debate e espaço kids para garantir a diversão da criançada.
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Na cidade que respira música, o som da periferia vai dominar o palco. A programação começa com DJ Big — que há 18 anos dá oportunidade a artistas das comunidades e mantém o seu projeto da jornada de MC’S. No evento, o seu estilo de discotecagem acompanha o duelo de rima. Em seguida, DJ Beto — ex-integrante do Faces do Subúrbio e do Sistema Xis — assume as pickups com seus remixes autorais que misturam break, brega, forró, cúmbia eletrônica e rap.
A presença feminina marca forte com DJ Renna, conselheira de ética da Federação Pernambucana de Break e uma das primeiras grafiteiras negras do Recife. Com seis anos de trajetória nos toca-discos, seus sets celebram a essência do Hip Hop — das raízes dos anos 80 às batidas mais atuais — e envolvem o público com a energia da dança de rua.
ECONOMIA CRIATIVA
A arte urbana vai tomar conta da paisagem com a criação de novos murais durante dois dias de live painting. Para quem curte economia criativa, a feira colaborativa reúne estandes de empreendedores locais com produtos originais.
Para os fãs de moda com identidade, duas oficinas prometem estimular a criatividade: customização de tênis com Léo Arte, idealizador do Festival, grafiteiro da equipe da Veox Custom, conhecido por sua estética colorida e personalizada; e customização de roupas com NGH, artista que une moda e cultura geek em peças exclusivas, além de desfile com as peças produzidas.
Na pauta de debate, a palestra “Graffiti e Pixação como Arte Empreendedora”, mediada por Pedro Stilo, grafiteiro e acelerador social da comunidade do Bode. Ao lado dele estarão Mila Barros — artista visual, grafiteira, arte-educadora e criadora do movimento “Mais Mães no Rolê” — e os artistas Veio Arte, Sola e Bubu, que atuam na difusão da estética periférica do Recife.
Toda a programação é gratuita e aberta ao público.
Serviço:
2ª edição do Festival RAPP – Recife, Artes, Pontes e Poesia
30 de maio – Sexta-feira
- Oficina Customização de Roupas – 10h às 12h
- Oficina Customização de Tênis – 14h às 16h
- Debate – 17h
- Exposição – 18h30
- Shows – 20h
31 de maio – Sábado
- Live painting – 9h
- Feirinha – 10h
- Batalha de dança – 15h
- Desfile de moda – 17h30
- Batalha de MCs – 19h
- Shows – 20h30



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