Com a primeira parcela já recebida, especialistas recomendam priorizar dívidas, reserva de emergência e planejamento para 2026
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A liberação da primeira parcela do 13º salário, que caiu na conta da maior parte dos trabalhadores nessa sexta-feira (28), deve movimentar significativamente a economia de Pernambuco neste fim de ano.
Segundo o Governo do Estado, o pagamento da folha de dezembro somado ao 13º do funcionalismo público estadual deve injetar mais de R$ 5 bilhões no mercado local. Ao todo, cerca de 234 mil servidores serão beneficiados: 129,9 mil ativos, 78,3 mil aposentados e 26,6 mil pensionistas.
Apesar do impulso à economia, especialistas alertam que o uso do dinheiro extra deve ser feito com cautela. Para Erli Bandeira, gerente de Negócios da Central Sicredi Nordeste, o 13º é uma oportunidade para reorganizar a vida financeira, especialmente para quem convive com dívidas.
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Prioridade: eliminar dívidas caras
Para o especialista, o melhor destino do 13º salário é quitar ou reduzir dívidas de juros elevados, como cartão de crédito e cheque especial.
“Essas dívidas são como um vazamento no orçamento e consomem recursos que poderiam ser usados para outras necessidades”, explica Bandeira. “Ao pagar ou amortizar esse valor agora, o trabalhador evita que a dívida continue crescendo e consegue começar 2026 com mais equilíbrio”.
Para quem está no azul: reserva de emergência
Se o trabalhador não possui dívidas, o dinheiro pode fortalecer a reserva de emergência — um dos pilares da educação financeira.
“Destinar entre 20% e 30% do 13º para a reserva é um excelente caminho. Ela deve cobrir de três a seis meses das despesas essenciais”, orienta o gerente.
Investimentos: fazer o dinheiro trabalhar
Para quem já possui reserva e não tem planos imediatos de gasto, investir o 13º pode ser o melhor movimento.
A poupança continua popular, mas há alternativas mais rentáveis e igualmente seguras.
“CDBs de instituições confiáveis com liquidez diária rendem mais que a poupança e têm baixo risco”, explica Erli Bandeira. “Fundos DI também são boa opção para quem prefere deixar a gestão com profissionais”.
Antecipar gastos do início do ano
Outra possibilidade é usar o dinheiro para despesas obrigatórias que chegam já em janeiro, como IPTU, IPVA e material escolar.
“Antecipar esses custos evita recorrer a crédito ou parcelamentos com juros. Planejar agora é a melhor forma de entrar em 2026 sem surpresas desagradáveis”, conclui o especialista.
Com o aporte financeiro já circulando, o período é uma oportunidade não apenas para aquecer o comércio, mas também para que o trabalhador organize o orçamento e comece o próximo ano em condições mais favoráveis.

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